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25 LUGARES MÁGICOS QUE VOCÊ NEM SABIA QUE EXISTIAM

Relâmpago de Catatumbo, na Venezuela

Todos nós já ouvimos o ditado ‘o raio nunca atinge o mesmo lugar duas vezes’. Bem, no lago Maracaibo, na Venezuela, os raios podem atingir até 280 vezes por hora e durar 10 horas por dia. Chamado de Relâmpago de Catatumbo, este é um fenômeno atmosférico que se repete várias vezes. Pensa-se que a topografia e os padrões de vento únicos da região contribuem para este fenômeno, mas a razão não é clara, então esta ocorrência confunde as mentes científicas mais brilhantes do país.

Quando as nuvens de tempestade se acumulam no alto da foz do Rio Catatumbo, você sabe que vai ter um show. E não há trovões, com os relâmpagos ocorrendo num silêncio ensurdecedor que pode ser um pouco assustador. Depois há as cores, com os céus escuros aqui iluminados em vermelho, laranja, rosa e azul.  Você pode participar de uma visita guiada noturna para testemunhar o espetáculo e explorar as savanas tropicais próximas. Certifique-se de cobrir sua câmera!

Chaleira do Diabo, nos EUA

A cachoeira Chaleira do Diabo, também chamada Rio Desaparecido, há muito fascina os visitantes do Juiz C.R. Magney State Park, de Minnesota. Há muito o que ver e fazer neste belo parque, mas a maioria é atraída por esta extraordinária queda d’água. O rio de fluxo rápido desafia as leis da natureza e é um enigma tanto para os cientistas, quanto para os exploradores. Ele se divide em dois, com um lado caindo sobre uma cachoeira, enquanto o outro desaparece sem deixar pistas.

Os cientistas pensam que o rio deve drenar em algum lugar abaixo do Lago Superior, mas eles não conseguiram provar isso. Uma outra hipótese é que esta porção do rio mergulha em um vasto buraco que não pode ser visto da superfície, antes de se juntar ao fluxo principal. Pesquisadores e outros visitantes curiosos lançaram vários objetos no buraco e procuraram por sinais deles na tentativa de resolver o mistério, mas até agora, nenhum foi encontrado.

Pedras sonoras, nos EUA

No norte da Pensilvânia,  aqueles com uma paixão para o inexplicável se reúnem para experimentar uma verdadeira estranheza científica. As rochas que lá se acumulam no solo soam como sinos quando são atingidas. Nosso conselho para quem planeja uma visita? Não se esqueça de levar um martelo. Os cientistas há muito estudam as notáveis pedras sonoras da Pensilvânia, mas uma explicação clara permanece indefinida.

 

 

Não se engane: isto é algo que não deveria ser possível. Mas não há dúvida de que as rochas aqui emitem som – embora nem todas sejam audíveis. Uma vez se pensou que apenas um terço das rochas fazia seu som distinto. No entanto, a pesquisa de 1965 descobriu que todas as rochas aqui fazem, mas algum som em um tom mais baixo do que o ouvido humano pode detectar. Essa pesquisa, infelizmente, não determinou a causa.

Mar de estrelas, nas Maldivas

O deslumbrante Mar de Estrelas é um espetáculo para se contemplar. Encontradas nas Maldivas, as ondas parecem o céu noturno, cheio de luzes brilhantes, brilhando como estrelas no oceano. Tudo se resume ao plâncton – organismos microscópicos que tornam o impossível possível. O efeito deslumbrante não poderia ser mais mágico.

Gosta de ver as ‘estrelas’ por si mesmo? A Ilha Vaadhoo, parte do pitoresco Atol de Raa, é um lugar privilegiado – sendo o final dos meses de verão a melhor época para visitar. O plâncton bioluminescente está em seu ponto mais brilhante aqui, com o movimento das ondas provocando uma reação química que faz as ‘estrelas’ brilharem. Pode parecer bom demais para ser verdade. Longe de ser impossível, este é um destino que exige uma visita.

Lago Hillier, na Austrália

Não há dúvida de que o Lago Hillier é uma estranheza científica. A maioria dos lagos é azul, ou talvez verde. Mas as águas cintilantes que banham as margens cênicas do Lago Hillier?São cor-de-rosa chiclete. Localizado em Middle Island, no pitoresco Arquipélago Recherche do Oeste da Austrália, este é um quebra-cabeça que há muito mexe com os cientistas.

Há várias teorias – a principal delas é que os altos níveis salinos do lago, juntamente com uma espécie rara de algas, são responsáveis por sua característica mais notável. No entanto, o Lago Hillier permanece rosa o ano inteiro – e mesmo quando removida do lago e engarrafado, a coloração característica da água permanece tão vibrante como sempre. Tais coisas garantem que o Lago Hillier é um mistério científico.

O zumbido de Taos

A ciência tem sido incapaz de resolver o chamado “Taos Hum”. Este é um som persistente que tem incomodado as pessoas de Taos, no Novo México, nos EUA, desde os anos 90. Ninguém sabe o que é ou de onde vem. Pode parecer cientificamente impossível, mas não há dúvida de que este é um fenômeno real. O Hum, que também tem sido descrito como um zumbido, é um som de baixa frequência que não é audível para todos.

As pesquisas sugerem que apenas 2% das pessoas em Taos podem ouvi-lo – e isto só aumenta o mistério. Há quem acredite que este seja um fenômeno paranormal. O Taos Hum já foi exibido no Arquivo-X e outros programas de TV de ficção científica, o que aumentou as teorias dos teóricos da conspiração. No entanto, para os cientistas, este é um enigma que está se mostrando impossível de resolver.

Círculos de Fada da Namíbia

Inúmeras teorias acercam o mistério, mas os famosos Círculos de Fadas da Namíbia continuam a confundir. Localizados no árido Deserto da Namíbia, na África, estes distintos círculos há muito confundem a comunidade científica. Várias explicações foram apresentadas, mas nenhuma ainda foi provada como possível.

Os povos indígenas aqui acreditam que os círculos são causados pelo sopro venenoso de um dragão subterrâneo. Os círculos medem entre dois e 15 metros de diâmetro. Não há como não ver. Mas entendê-los é outra questão. Alguns apontam para a natureza inóspita da região faz com que seja possível, que a vida vegetal eficiente se organizou para melhor acessar as escassas reservas de água do deserto. Independentemente do motivo, a precisão dos círculos perfeitos os torna impossíveis de serem compreendidos.

Linhas Nazca, no Peru

As enigmáticas Linhas Nazca do Peru há muito tempo deixam os cientistas perplexos em busca de uma explicação plausível. Localizadas nas areias quentes do deserto, estes antigos geoglifos são enormes. Alguns datam de 500 a.C., e seu tamanho por si só os torna praticamente impossíveis de entender. Mas estes símbolos são reais – como podem atestar todos aqueles que tiveram a sorte de vê-los pessoalmente.

Somando mais de 10 mil linhas em uma área que se estende por mil quilômetros quadrados neste canto remoto da América do Sul, é difícil de acreditar, mas novos geoglifos estão sendo descobertos o tempo todo. De fato, em 2019, mais 100 foram encontrados, somando-se a uma cifra que já era impressionante. Alguns acham que são feitos por animais ou plantas, mas a verdade é que não há respostas. Melhor visto do ar ou das colinas vizinhas, é difícil acreditar que estes tesouros peruanos sejam mesmo possíveis.

Caverna Movile, na Romênia

Não deveria ser possível existir vida na chamada “caverna tóxica” da Romênia. Mas no fundo de uma planície em Constanta, não muito longe do Mar Negro e da fronteira búlgara, criaturas que nunca viram a luz do sol se escondem em um ambiente que não poderia ser mais inóspito. Descoberta em 1986, acredita-se que a caverna Movile remonta a mais de cinco milhões de anos. O ecossistema interno é único.

O ar é diferente lá embaixo – contendo um terço a meio de oxigênio a menos do que aquele que respiramos na superfície. A atmosfera interna é rica em sulfeto de hidrogênio e dióxido de carbono e a vida é baseada na quimiossíntese, e não na fotossíntese. A vida não deveria existir lá, mas nada menos que 48 espécies diferentes vivem em misteriosa Movile – incluindo sanguessugas, aranhas e um esquisito e maravilhoso escorpião de água. Difícil de acreditar, talvez, mas este lugar realmente existe.

Mar dos Sargaços

Sargaço é um mar dentro do mar, um corpo de água sem fronteiras, cercado por todos os lados por quatro correntes oceânicas. As águas do Atlântico Norte em que se encontra são frias e agitadas, mas o Mar dos Sargaços é estranhamente calmo e quente. Com cerca de 2.000 milhas de comprimento e 700 milhas de largura, o Mar dos Sargaços é grande. Mas não é a sua escala que diferencia este lugar.

A Corrente do Golfo, a Corrente do Atlântico Norte, a Corrente das Canárias e a Corrente Equatorial do Atlântico Norte estão em torno de suas fronteiras invisíveis. Apesar da agitação dos seus “vizinhos”, dentro de seus limites aquáticos, tudo é tranquilo; as águas azuis quentes oferecem um santuário a inúmeras criaturas. As condições aqui encorajam o sargaço a crescer – um tipo de alga marinha que dá ao mar seu nome. Isto atrai os ninhos de tartarugas marinhas e garante um ambiente único e bastante curioso.

Triângulo de Michigan

O Triângulo das Bermudas desfruta de renome global, mas nos Estados Unidos, um fenômeno semelhante é pouco conhecido fora de Michigan. Os cientistas nunca conseguiram chegar ao fundo do que se passa no Triângulo de Michigan. Como sua contraparte mais famosa, este é um lugar que desafia as possibilidades. Estendendo-se entre Ludington, Benton Harbor e Manitowoc, Wisconsin no Lago Michigan, os marinheiros que entram no Triângulo estão correndo um risco.

O escuna Thomas Hume desapareceu em 1891 com sua tripulação, e nenhum vestígio foi encontrado. Outros pagaram um preço semelhante. Em 1921, barco Rosa Belle foi descoberto danificado e virado – seus 11 tripulantes não foram encontrados. As teorias surgem, mas a ciência tem sido incapaz de encontrar uma resposta. Alguns pensam que existe aqui um portal de tempo, enquanto outros acreditam que os OVNIs são responsáveis. Assim como o Triângulo das Bermudas, este é um lugar impossível que realmente existe.

A Anomalia do Mar Báltico

Os cientistas estão muito confusos com a Anomalia do Mar Báltico. Descoberto nas profundezas escuras do Golfo de Bótnia, este é um achado subaquático que tem criado um debate há muito tempo. Alguns pensam que é uma formação geológica natural, enquanto outros insistem que é um OVNI afundado. Caçadores de tesouros ficam no fundo do oceano em busca de artefatos históricos e encontraram a Anomalia, em junho de 2011.

Os mergulhadores até produziram uma imagem de sonar. Mas isto é indistinto e tão obscuro que os especialistas continuam divididos sobre o que, exatamente, mostra. Os mais racionais continuam a argumentar que, embora incomum, é possível que a rocha vulcânica tenha se estabelecido em tal formação. Mas aqueles que buscam uma explicação mais rebuscada são inflexíveis, isto é prova de vida no Espaço – até mesmo apontando claras semelhanças em forma com a nave Falcão do Milênio, de Star Wars.

Som de Julia

O som de Julia foi um ruído subaquático inexplicável que tocou nos ouvintes desprevenidos. Aconteceu em 1º de março de 1999. Ninguém mais o ouviu desde então. Isto pode soar misterioso, mas tais coisas estão longe de serem incomuns nas profundezas obscuras dos oceanos. Há inúmeros sons que nunca foram totalmente explicados. Como Julia, existem estes com nomes oficiais – incluindo The Bloop, Upsweep, Slow Down, Whistle e Train.

Especialistas da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) registraram Julia, mas uma explicação definitiva permanece indefinida. O som de Julia dura cerca de 15 segundos e é assustadora. A causa mais parecida é um grande iceberg, seja quebrando ou encalhando nas águas geladas da Antártica. Independentemente disso, Júlia pode ser ouvida debaixo d’água por muitos quilômetros ao redor. Ninguém pode explicar por que – ou prever quando ou se tal som será ouvido novamente.

Gruner See, na Áustria

Gruner See significa Lago Verde e esta é uma descrição adequada. Mas não conta a história completa. Para quem visita Gruner See durante os meses de inverno, precisa saber que não é um grande destino para mergulhar – o “outro lado” de Gruner See não se revela até a primavera.

Durante grande parte do ano, o chamado Lago Verde é só um lago raso. Mas quando a neve da montanha começa a degelar, a paisagem muda de forma dramática e a transformação é mágica. Toda a bacia é inundada, com as árvores da Estíria, bancos e pontes submersas sob as águas que podem ter até 40 pés de profundidade durante o verão. É um fenômeno que há muito atrai mergulhadores ansiosos para vislumbrar este mundo subaquático impossível.

Piscina do Diabo, na Austrália

A Piscina do Diabo de Queensland, na Austrália, pode parecer o lugar perfeito para dar um mergulho. Mas este é um lugar muito perigoso.  Os dias aqui podem ser quentes – portanto, a tentação de nadar é forte. Mas as águas aqui foram descritas como sendo como uma ‘máquina de lavar roupa’ – com as correntes fortes e as condições como em nenhum outro lugar da Terra.

De fato, a Piscina do Diabo possui águas profundas que fluem rapidamente através dos rochedos e barrancos, com uma “porrada de pedra” que castiga os despreparados. Fenômenos impossíveis ou piscina assombrada? Diz a lenda que uma jovem saltou lá dentro depois de ter sido separada de seu amado. Diz-se que ela ainda hoje está procurando seu verdadeiro amor e atraindo jovens homens para sua morte. Sabe-se que mais de 17 pessoas se afogaram lá nos últimos 50 anos.

Porta do Inferno, no Turcomenistão

A cratera de gás de Darvaza é mais conhecida como a Porta do Inferno. É um apelido apropriado. Localizado em uma pequena vila no árido deserto de Karakum, no Turcomenistão, este é um lugar que não parece possível. No entanto, inúmeros visitantes têm viajado para lá durante as últimas quatro décadas – e todos podem atestar que tudo é real demais.

Chamá-lo de Porta para o Inferno atribui a este lugar um status mítico. Mas a ciência tem uma explicação: a porta para o inferno é na verdade produto dos homens. Ela foi aberta nos anos 70 e aconteceu por acidente, quando engenheiros soviéticos descuidados causaram o colapso de um campo de gás natural em uma vasta caverna subterrânea abaixo. Diz-se que o incêndio foi iniciado de propósito, a fim de evitar a fuga do metano. O resultado é espetacular. Desde então, o fogo tem se ateado e ninguém sabe como apagar.

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